Um breve resumo...
Em 2005 surgiu a INO através de uma parceria entre o Ministério da
Educação e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, tendo como
objetivos:
a) fazer do 12º ano o referencial mínimo de formação para todos os jovens; b) colocar metade dos jovens do ensino secundário em cursos tecnológicos e profissionais e c) qualificar um milhão de ativos até 2010.
a) fazer do 12º ano o referencial mínimo de formação para todos os jovens; b) colocar metade dos jovens do ensino secundário em cursos tecnológicos e profissionais e c) qualificar um milhão de ativos até 2010.
Esta iniciativa decorreu até 2013, resistindo à extinção da DGFV, em
finais de 2006, sendo substituída pela Agência Nacional para a Qualificação
I.P.
Em Dezembro de 2012 deu-se o encerramento de todos os Centros Novas Oportunidades,
com exceção dos que se autofinanciavam, e desde esta data que a educação de
adultos estagnou em Portugal, não havendo uma resposta para os adultos que
pretendem aumentar a sua escolaridade ou qualificação, seja através do processo
de RVCC, seja através de cursos EFA.
Conclui-se que nos últimos anos tem havido um fortalecimento do apoio à
educação de adultos, tendo em conta o paradigma da ALV, existindo uma grande
diversidade de oferta de educação de adultos, com diferentes percursos
formativos, o que comprova que também existe o cuidado de adaptar a oferta
formativa aos vários públicos adultos, aos diversos contextos e às necessidades
de formação. No entanto, é essencial que o percurso já trilhado neste campo não
seja interrompido ou até revertido.
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