O tempo, como o mundo, tem
dois hemisférios: um superior e visível, que é o passado, outro inferior e
invisível, que é o futuro. No meio de um e outro hemisfério ficam os horizontes
do tempo, que são estes instantes do presente que imos vivendo, onde o passado
se termina e o futuro começa. (Padre António Vieira, História do Futuro, 1718)
É com vista a esse futuro
que se começa que, corroborando com (Furter, 1970, p. 7) o pensamento
contemporâneo sobre educação tem de ir além do já conhecido e alimentar-se de
um pensamento utópico, que se exprima «pela capacidade não só de pensar o
futuro no presente, mas também de organizar o presente de maneira que permita actuar
sobre esse futuro» (Furter, 1970, p. 7).
Furter, P. (1970) Educação e Reflexão. Petópolis. Rio de Janeiro: Editrora Vozes, 3ª edição
Vieira, Pe António (1982). História do futuro. Lisboa: Imprensa Nacional (1ª edição de 1718).
Imagens obtidas em www.google.com (imagens) Palavras-Chave: educação, futuro


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